terça-feira, 2 de novembro de 2010

Aprendi


Aprendi que quando se está apaixonado.... dá pra notar!

Aprendi que quando uma pessoa me diz...
"Você alegrou meu dia", isso alegra minha vida.

Que ser criança é mais importante que deixar de ser.
Que nunca deves rejeitar um presente de uma criança.

Que sempre posso orar por alguém quando não tenha outro modo de ajudá-lo.

Que não importa o quanto a vida exige que sejas sério.
Todos nós necessitamos um amigo com quem possamos dar gargalhadas.

Que algumas vezes, tudo o que uma pessoa necessita é uma mão
para segurar e um coração para entender.

Que a vida é como uma espiral: quanto mais se aproxima do final, mais rápido caminha.

Que o dinheiro não compra "classe ".

Que essas pequenas coisas que acontecem diariamente,
são as coisas que fazem a vida espetacular.

Que debaixo do duro aspecto das pessoas, ha alguém que quer ser apreciado e amado.

Que Deus não fez tudo num só dia. Então o que me faz pensar que eu posso?

Que ignorar os fatos... não os muda.

Que é o amor, e não o tempo, que cura todas as feridas.

Que cada pessoa que conheces merece ser presenteada com um sorriso.

Aprendi que ninguém é perfeito ... até que te apaixonas por alguém.

Aprendi que as oportunidades nunca se perdem, que devemos aproveitá-las.

Aprendi que as pessoas devem dizer palavras suaves e ternas,
porque no futuro poderão ter que engoli-las.

Que um sorriso, é a maneira mais barata de ficar muito mais bonito.

Aprendi que se pode aprender... Ensina-me.

Aprendi de você o que é ser querido.

Pessoas entram na sua vida por uma "Razão", uma "Estação" ou uma "Vida Inteira".


Quando você percebe qual deles é, você vai saber o que fazer por cada pessoa.

Quando alguém está em sua vida por uma "Razão"...
É geralmente para suprir uma necessidade que você demonstrou.
Eles vêm para auxiliá-lo numa dificuldade, fornecer orientação e apoio, ajudá-lo física, emocional ou espiritualmente.
Eles poderão parecer como uma dádiva de Deus, e eles são!
Eles estão lá pela razão que você precisa que eles estejam lá.
Então, sem nenhuma atitude errada de sua parte, ou em uma hora inconveniente, esta pessoa vai dizer ou fazer alguma coisa para levar essa relação a um fim.
Às vezes essas pessoas morrem.
Às vezes eles simplesmente se vão.
Às vezes eles agem e te forçam a tomar uma posição.
O que devemos entender é que nossas necessidades foram atendidas, nossos desejos preenchidos e o trabalho deles, feitos. As suas orações foram atendidas.
E agora é tempo de ir.

Quando pessoas entram em nossas vidas por uma "Estação", é porque chegou sua vez de dividir, crescer e aprender. Eles trazem para você a experiência da paz ou fazem você rir. Eles poderão ensiná-lo algo que você nunca fez. Eles geralmente te dão uma quantidade enorme de prazer. Acredite! É real!
Mas somente por uma "Estação".

Relacionamentos de uma "Vida Inteira" te ensinam lições para a vida inteira: coisas que você deve construir para ter uma formação emocional sólida. Sua tarefa é aceitar a lição, amar a pessoa, e colocar o que você aprendeu em uso em todos os outros relacionamentos e áreas de sua vida. E jamais esquecer ou maltratar um relacionamento de uma "Vida Inteira'.
É dito que o amor é cego, mas a amizade é clarividente.

Uma questão......

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo para reclamar de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição. A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.

Beijar na boca é bom? Claro que é! Manter-se sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que "toda ação tem uma reação"? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de cultivar a ilusão de que não está sozinho. Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu - afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?

A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga apenas o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor. Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.

Já dizia o poeta Carlos Drummond de Andrade que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi transmitida nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo) vendem (na maioria das vezes) a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras. Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.

Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.

Ser de todo mundo, não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer... É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.

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Durante muito tempo acreditei que o que me fazia amar um homem era a inteligência. Ficava enfeitiçada com citações, elucubrações e teses. Mas não era. De nada adianta um perito em física nuclear, se ele não rir das pequenas besteiras que faz, se não souber aproveitar um sábado quente simplesmente não fazendo nada (e curtindo o ócio), se virar um psicopata quando alguém o fecha no trânsito. Então saquei: bom humor era o que mais me atraía.

Sempre achei delicioso estar com alguém que não vê o mundo como uma grande e monstruosa boca cheia de dentes prestes a mastigá-lo, que vive sem arrastar correntes, faz de tudo uma possível piada. Só que nem tudo é uma piada e, em certas horas, tudo o que quero é alguém que me escute e diga algo que me conforte a alma. E, nesses momentos, o pior que pode acontecer é ser levada na piada - existe uma grande diferença entre alegria de viver e recusa a sair da infância. Pois é, não era bom humor o que me fazia amar alguém: era, antes, sensibilidade.

Telefonemas de bom-dia, atenção a informações aparentemente banais mas que dizem muito a meu respeito, não ficar azedo e arredio por causa das minhas pequenas (ou grandes) oscilações de humor - tudo o que eu podia querer. Quase tudo. Tenho personalidade forte e só sobrevive ao meu lado um homem que grite comigo quando eu passar dos limites do bom senso, demonstre desagrado quando eu exigir demais e oferecer de menos. Preciso ser cuidada, mas tenho que sentir que quem está comigo é um homem de verdade e não um principezinho criado pela avó. Quero ser domada, tomada. Mais uma vez minha certeza caiu por terra: nem inteligência, bom humor ou sensibilidade eram o que me fazia amar alguém. Era - isso, sim - virilidade.

Mal abrir a porta da sala e ser consumida por beijos. Ter a roupa arrancada no caminho da cozinha, ser jogada na mesa de jantar sem tempo pra pensar no que está acontecendo, só sentir e saber o tesão incontido daquele homem por mim. Ser desejada com urgência e paixão é um dos maiores elogios que uma mulher pode receber, mas só ser desejada de nada adianta, pelo menos não depois da décima trepada monumental: quando acaba o suadouro, o que resta? Se pouco importa o saldo, o que interessa mesmo é a movimentação, então estamos feitos. Mas, se existe a possibilidade de ser esmagada pelo vazio de sentido após o orgasmo, de nada vale. Pelo menos se não vier acompanhada de carinho. Taí: pensei, então, que carinho era a pedra fundamental pra despertar meu amor.

Mas logo descobri que não era. Carinho é um sentimento abrangente demais: nos invade desde a visão de um cachorro abandonado até a palavra confortadora para alguém que pouco nos importa mas a quem também não queremos mal. Não bastava, era muito pouco. Daí constatei que o essencial para que eu amasse alguém era notar no outro a vontade de ficar, o desejo de estar comigo. Constatei coisas demais e fiquei paralisada diante do ideal que havia criado: absurdo e fictício.

Hoje sei que toda enumeração é uma estupidez e qualquer tipo de formulário emocional, uma passagem sem escalas pra frustração. Claro que gosto de homens cultos, atenciosos, interessantes, divertidos e viris - seria mentira negar. Mas a verdade é que, para que eu ame alguém, basta que eu ame alguém. Porque, quando se precisa justificar o amor, é porque ele não existe. Simples assim.


Maria Cigana da Estrada


Sinto o chão úmido,através do seu caminhar.

Escuto ao fundo o som da floresta, essa sua eterna companheira depois de tantas desilusões.

O que a vida lhe fez?Ou será que um dia,vc apenas entendeu sua verdadeira missão,e resolveu seguir seu caminho?

Me sinto tão sua,que as vezes me pergunto é meu pensamento ou Dela?

O calor em minha nuca,o sussurro em meu ouvido,a leve tontura anunciam a sua presença sempre Bem-vinda.

És o meu chão,sentimento e vida.Sei que a ti foi dada a dificíl missão de me fazer encontrar o real sentido para que vim á trilhar meu caminho novamente por esse mundo.

A ti tudo lhe devo,me ensinastes a estender minha mão,tocar na sua e deixá-la me Guiar.

Me fizestes entender o que é Intuição e como deixá-la fluir em minha vida,criando assim um canal claro e direto de comunicação contigo e com todas essas maravilhosas Entidades espirituais que nos assistem..

Caminhe sempre comigo Maria Cigana,nessa Estrada de hoje até o fim de minha passagem nessa vida,e me reencontre nas tantas outras que seguirão...

Estrada


Entendo que as Estradas tem um momento certo para se adentrar por elas,caminhar,aprender e que num determinado momento,teremos que optar em qual direção seguir.

Mas certas coisas me intrigam,e agora falo de pessoas...


Por que será que entrucamos tudo as vezes?Odeio palavras que não são ditas (por que essas são as que interessam),detesto POLIDEZ prefiro FRANQUEZA,quem conversa sem olhar diretamente acaba comigo.

Essa tendência da suposição ao invés de chegar e indagar diretamente o que está acontecendo,desgasta e acaba com qualquer tipo de relação(comercial,afetiva,amigável...).

O simples fato de fazer outra pessoa se sentir "pisando em ovos",para se sentir incomodada,me parece beirar a covardia...


Mas voltando ao começo(mais uma vez),para isso que servem as estradas,aprender,crescer e entender que tudo tem seu momento,dois lados tiram seu "proveito" e depois na hora da escolha,se tiver que ser assim que cada um caminhe livre e principalmente não torne "feio" o caminho que percorreu a bem pouco tempo atrás...

Sou assim.......


Sou
Uma Mulher
Que deita e rola
Geme e pede
Insinua e deseja
Provoca e obedece
Mulher
Que mostra o que quer
Ensina como gosta
Fala sacanagem
Faz com desejo
Tesão...
Mulher
Que gosta de dar e receber
Tudo pelo prazer
Envolve
Surpreende
Faz seu cheiro ficar presente
Minha malícia faz ser inesquecível
meu corpo é fruto dos sonhos
Mulher
Que tem o dom de enlouquecer
Mulher Amante
Aquela que deixa sua marca
Feito tatuagem
No seu corpo
E em sua mente...